quinta-feira, 13 de março de 2014

Tempo, tempo, tempo...

Tudo tem um tempo, desde tempos imemoriais. Tempo de viver a doçura da infância, a rebeldia da juventude, a madurez do "adultecer" e o sossego da velhice. Isso não impede, que vez ou outra, a criança que fomos abrace o adulto que somos, nem que o velho que seremos, "rabuge" o adolescente de agora. O que não podemos, é insistir em rejuvenescer. Não podemos, o tempo todo, agir com a inexperiência e os rompantes de quando tínhamos 18 anos. Chega um tempo em que não há mais tempo para ser quem já fomos. O presente é único. Mas acaba.

4 comentários:

  1. É... tô ficando velho. Preciso aceitar rs

    Beijos no Pê!

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  2. O tempo é cruel... por mais que a gente queira ser "criança", não dá!

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  3. Querida Michele

    Muito sábias as suas palavras, boa amiga.
    Aos meus 73...concordo consigo.
    Ao telefone, dizem-me muitas vezes que tenho voz de criança.
    Eu creio que o espírito ainda tem bastante de criança.

    Porém, os cabelos, todos côr de neve, e o andar um pouco difícil...confirmam os setenta e três.~Mas...eu costumo dizer:
    Está bem, está tudo muito bem mesmo.

    Um abraço e, obrigada pela sua visita ao meu cantinho.
    Quanto á cartinha...vamos a isso.

    Um abraço e bençãos, muitas bençãos
    Daqui, deste lado do Atlântico
    Viviana

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  4. Oiii Michele! Tudo bem contigo?
    Estou de volta a blogar! Novo blog,vida nova! Rsrs.
    Vou tentar voltar com força!

    Beijos!

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"Se você me lê será por conta própria e autorrisco." (Clarice Lispector)