segunda-feira, 9 de julho de 2012

Dos meus finais poéticos e tristes

"Meu coração é o laboratório de um cientista louco varrido
criando sem parar Frankensteins monstruosos 
que sempre acabam destruindo tudo..."
(Caio Fernando Abreu)

Outra noite insone... o mundo caminha, os dias se repetem, a cabeça gira num redemoinho eterno e caótico...
Já tentei de tudo, juro.
Terapia. Livros. Música. Teatro. Dança (até dança, meu Deus). Mas só sobrou este nó na cabeça e uma porra de uma angústia turva
Estou cansada de transformar finais de romances pessoais em literatura. 

3 comentários:

  1. Se ainda consegues transformar angústias em versos, é porque está longe, muito longe, o inverso.
    Tente não tentar, atente para outros sons, outros silêncios e a imensidão do universo a te esperar.

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  2. Michele, aplique a filosofia de seus predicados dançantes. Vide a postagem das Michelices dançando "quadrilha", rs...rs.
    Beijo no seu coração
    Manoel.

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"Se você me lê será por conta própria e autorrisco." (Clarice Lispector)