terça-feira, 1 de maio de 2012

Nau

Não gosto do óbvio, 
Nem do trivial. 
Navegador, pirata, desbravador, 
Sem bússola, nem âncora, 
Aluno do vento e do mar,
Nunca estou e nem pertenço a ninguém
 e nem  a um único lugar.

(De autoria do meu amigo André L. R. Santana-o  homem da razão.)

4 comentários:

  1. ...e não sendo possível definir nossas ambiguidades , precisamos que as ilusões nos transportem ao imaginário irrestrito da nossa loucura particular, aquela que não confessamos nem a nós mesmos. Confessar seria quase uma inadmissível traição, não é??


    Beijo

    ResponderExcluir
  2. Poema cosmopolita, que não limita o poeta a rótulo algum.
    O mar é de quantos o saibam amar.

    ResponderExcluir
  3. Me lembrou essa música: http://letras.terra.com.br/engenheiros-do-hawaii/12915/

    Bom feriado! ;)

    ResponderExcluir
  4. Professora michele,

    Lendo este poema, lembrei, qual é o nome daquele tipo de poesia oriental que é curtinha?

    Um abraço!

    ResponderExcluir


"Se você me lê será por conta própria e autorrisco." (Clarice Lispector)