quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Com perdão da palavra...



A palavra sempre na ponta da língua, tão gostosa de ler e ouvir. A palavra doce, jovial, oportuna. A palavra que acaricia, que sonhos alimenta. Que seduz, que se faz entender. A palavra de ânimo, de fé e de honra. A de admiração. A que antecede um pensamento. A palavra cheia de tentação. A verdadeira.
Hão, em algum momento, de implorar por ela.
Olharei pela fresta e fecharei  a janela.
Deixarei uma pitada de indiferença.
Porque o silêncio, sem dúvida, será minha melhor resposta. 

7 comentários:

  1. Michele,

    Vim aqui lhe dar o parabéns pela amizade com a Natalia... Essas amizades são lindas de se ver...

    Bjs!

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  2. A palavra calada, de um momento oportuno. O que nunca foi dito, mas ainda é lembrado. Porque às vezes, o silêncio fala mais alto.

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  3. Paulo

    Adorei o teu poema sobre palavras também. :)

    Beijos

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  4. Patrícia

    É um privilégio ter a Natália entre o rol dos meus amigos. Ela é cativante, delicada e com um coração imenso.

    :)

    Beijos

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  5. Guilherme

    Às vezes é preciso calar, não é? ;)

    Beijos

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  6. A indiferença... Como fere essa danada! Como o silêncio machuca! Como é vazia a ausência de palavras! Mas, às vezes, faz-se mesmo, necessária! Às vezes o silêncio fala mesmo por si... E às vezes, não há resposta melhor!


    Mii, que bonito! :)

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"Se você me lê será por conta própria e autorrisco." (Clarice Lispector)