terça-feira, 26 de julho de 2011

Felicidade

Verdes folhas da minha alegria,
colorida fantasia
cachos de júbilo,
o desfastio, a jovialidade, o grito
A decência, a honraria, o vasto
O prêmio justo para tanto holocausto!

A história, o canto, o peito
surgiram com o tempo,
com a chuva, 
Passou o trovão, o rastro.
 Ficaram as utopias,
os sonhos,
a sublime poesia!


3 comentários:

  1. Quando a poesia morrer, não haverá mais gente sobre a terra, penso eu.

    Lindo poema, flor.

    Bjs!

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  2. Paulo e Eraldo

    Thank you, meninos.

    Bjs

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"Se você me lê será por conta própria e autorrisco." (Clarice Lispector)