terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Espelho da alma

Era uma vez uma menina que achava o mundo maravilhosamente poético. Sorria para todos e costumava cumprimentar até mesmo os desconhecidos que encontrava pela rua.
Se passava em frente a uma casa cujo jardim estava repleto de flores- observa alguém- ela respirava fundo e em poucos minutos estava envolta em um universo de cores e aromas adocicados.
Ela acreditava no ser humano e na beleza das almas.
Pelo menos era o que todos pensavam. 
Mas um dia, ela olhou-se no espelho e descobriu que a felicidade não tem cor.
A face pálida denunciava seu coração.
Ela chegou a conclusão de que fingir ser simpática estava lhe deformando o rosto.







4 comentários:

  1. Obrigado Michele.Teu blog é muito interessante por isso sou teu seguidor...Mais uma boa leitura.
    Sucesso!!!

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  2. Essa coisa de Pollyana não dá, né? A vida tem muitos temperos, a gente precisa dosar cada um pra ela ficar mais saborosa.

    Que teu dia seja bom =)
    Beeeeeeeeeeijo

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  3. Fingir não tá com nada....
    Boa semana, beijos.

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"Se você me lê será por conta própria e autorrisco." (Clarice Lispector)