terça-feira, 3 de novembro de 2009

Esta tua, esta minha, esta nossa pretensão!

Em face da traiçoeira falta de espontâneidade, do eterno joguinho político-sócio-sentimental de cada dia, venho por meio deste, decretar de uma vez por todas, a liberdade de dizer, de ser, de sentir!
Sim, estou farta do falar que não diz nada! Cansei-me das metáforas contidas!
Basta-me o sabotador interno, aquele que impulsiona-me para a ação e logo em seguida ri de minha irresponsabiliade! Ora... eu e ele sabemos que estamos no mesmo barco!
Não me venha, portanto, com tuas frases envoltas em uma névoa de mistérios, de sentidos dúbios, de falsas pretensões! Sim, porque embora você não o diga, eu sei o que deseja, o que sente e o que pensa.
Paremos com isso, então...
Ainda que eu tenha me divertido com teus subterfúgios, com tuas palavras ambíguas,hoje e para sempre, eu te peço trégua!
Afinal, esta tua e esta minha brincadeira, não passam desta nossa pretensão de querer ser o que não somos!

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"Se você me lê será por conta própria e autorrisco." (Clarice Lispector)